Powerlifting no Brasil em 2026: O Maior Boom da Força Brasileira

Momentum Coach ·

O powerlifting brasileiro está a viver o seu melhor momento. E não é opinião — são os números.

Em fevereiro de 2026, Lagoa Santa, em Minas Gerais, recebeu o maior Campeonato Brasileiro de Powerlifting de sempre. Pela primeira vez sediado em território mineiro, o evento reuniu cerca de 340 atletas de todas as regiões do país. Um recorde absoluto de participação que não deixa margem para dúvidas: o desporto de força está a explodir no Brasil.

E o que se viu nas plataformas foi ainda mais impressionante do que os números de inscrição.


Recordes a cair como moscas

O Brasileiro de 2026 foi uma autêntica fábrica de marcas históricas. Aqui vão alguns dos momentos que ficaram para a história:

Bianca Soares: De iniciante a recordista mundial em 2 anos e meio

A atleta de Saquarema (RJ) chegou a Lagoa Santa e destruiu tudo à sua frente. Com apenas dois anos e meio de prática, Bianca somou 595 kg no total e saiu com:

  • Agachamento: 232 kg — Recorde estadual, brasileiro, sul-americano e mundial
  • Supino: 120,5 kg — Recorde estadual, brasileiro e sul-americano
  • Terra: 242,5 kg — Recorde estadual, brasileiro e sul-americano

Ouro nas categorias Master e Open, e o título de melhor atleta do campeonato. Com dois anos e meio de treino. Isto não é normal.

Leonardo Hermisdorf: Os 800 kg que poucos conseguem

Na categoria -93 kg, o juiz-forano Leonardo Hermisdorf somou 800 kg no total, tornando-se apenas o segundo atleta do Brasil a atingir esse número na sua categoria.

  • Agachamento: 280 kg — Novo recorde mineiro
  • Supino: 190 kg
  • Terra: 330 kg

E fê-lo com a cabeça a mil: durante a competição, Juiz de Fora estava a ser devastada por enchentes. Hermisdorf competiu preocupado com a família e mesmo assim subiu ao lugar mais alto do pódio.

"Ainda não caiu a ficha que sou campeão brasileiro. É um título que dura um ano, então já estou a treinar para ser campeão no ano que vem."


O calendário não para

O Brasileiro foi apenas o começo. 2026 está a ser um ano de calendário apertado para o powerlifting brasileiro:

  • Campeonato Goiano de Powerlifting — março
  • 41º Campeonato Amazonense de Powerlifting em Manaus — março, com atletas de todo o país e vaga para competições internacionais
  • Campeonato Mundial de Powerlifting nos Emirados Árabes Unidos — junho
  • Campeonato Mundial na Lituânia — julho (onde Hermisdorf já está de olho)
  • Possível Sul-Americano em setembro

A Confederação Brasileira de Levantamentos Básicos (CBLB) e a GPC Brasil estão a organizar mais competições do que nunca, e o nível técnico está a subir a olhos vistos.


Porque é que o powerlifting está a crescer tanto no Brasil?

Não é por acaso. Há três fatores que explicam este boom:

1. Acesso à informação

Há dez anos, programar um ciclo de treino de powerlifting exigia um treinador ou garimpar fóruns em inglês. Hoje, qualquer pessoa com um smartphone tem acesso a conhecimento de elite — desde vídeos de técnica até programas periodizados.

2. Comunidade e redes sociais

O powerlifting é visual. Ver alguém a agachar 280 kg no Instagram ou no TikTok inspira. E o Brasil tem uma das comunidades de fitness mais ativas do mundo. Cada campeonato gera conteúdo, cada recorde viraliza, e mais gente quer experimentar.

3. Competições mais acessíveis

Com campeonatos estaduais a multiplicarem-se — Goiano, Amazonense, Mineiro, Carioca — a barreira de entrada caiu. Não precisas de ir a São Paulo ou ao Rio para competir. O circuito está a democratizar-se.


O problema: treinar a sério é difícil

Aqui está a armadilha: com tanta informação disponível, a maioria dos levantadores passa mais tempo a pesquisar rotinas do que a treinar.

Descarregam um PDF do Reddit. Seguem-no à risca durante três semanas. A barra pesa mais do que deviam e a lombar começa a queixar-se. Abandonam. Recomeçam com outro programa. E o ciclo repete-se.

O powerlifting brasileiro está a crescer, mas a maioria dos atletas está a deixar quilos na mesa por treinar de forma amadora.

Não te falta vontade. Falta-te um sistema que se adapte ao teu dia, ao teu cansaço, à tua vida real.


Treinar como os campeões brasileiros (sem orçamento de campeão)

Os atletas que estão a dominar o pódio brasileiro não treinam "a olho". Usam dados, gestão de fadiga e ajustes precisos. A Bianca não bateu recordes mundiais com 2 anos e meio de treino por sorte — houve programação inteligente por trás.

Tu não precisas de um treinador de 200€ por mês para teres acesso a esse nível de programação.

O Momentum Coach usa algoritmos criados por treinadores de powerlifting de competição para ajustar as tuas cargas em tempo real. Se a barra voa, mete quilos. Se estás destruído, baixa o volume. Sem adivinhação.

  • RPE adaptativo: A app lê o teu esforço e ajusta o peso da barra.
  • Gestão de fadiga: Controla o teu stress diário para não fritares o sistema nervoso.
  • Mapa Muscular: Se o ombro chateia, troca o exercício sem perderes estímulo.

Toda a ciência que os campeões brasileiros usam, no teu bolso.


O Brasil está a levantar mais. E tu?

O powerlifting brasileiro nunca foi tão forte, tão organizado, tão competitivo. Os recordes estão a cair e os atletas brasileiros estão a marcar presença nos mundiais.

A pergunta é: vais ficar só a ver ou vais juntar-te a este movimento?

Descarrega o Momentum e começa o teu teste gratuito. Vamos meter quilos no teu total.

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